O ultra-som foi introduzido na odontologia a cerca de 50 anos, quando foi descoberto que era possível cortar o material dentário com ultra-som e o auxílio de um líquido abrasivo contendo óxido de alumínio. Durante a década de 1950 descobriu-se as seguintes vantagens do preparo cavitário com ultra-som:
· Desgaste do dente com pressão muito leve;
· Ausência de dor na maioria dos procedimentos;
· Ausência de efeitos danosos sobre a polpa;
· Precisão de corte e excelente qualidade de acabamento.
No entanto, o inconveniente uso do líquido abrasivo e a velocidade de corte relativamente baixa, fizeram com que, a partir da década de 1960, o preparo cavitário com ultra-som fosse abandonado, devido à alta eficiência de corte das turbinas de alta rotação, mais adequadas para uma odontologia de conceito invasivo, baseada na extensão preventiva e em preparos retentivos.
A partir de então o ultra-som passou a ser usado como acessório em processos de limpeza e assepsia, como remoção de tártaro, periodontia e endodontia, ou em processos que necessitavam da alta energia de ultra-som, como a condensação de inlays/onlays e a remoção de pinos e coroas. Grande parte dos consultórios dentários têm equipamentos de ultra-som instalados para uso em uma ou mais destas aplicações.
As vantagens do preparo cavitário com ultra-som, descritas acima, estão de acordo com as necessidades da odontologia moderna, mas para ser eficiente são necessárias ferramentas mais adequadas, que eliminem a necessidade do líquido abrasivo. As empresas de ultra-som fornecem algumas pontas diamantadas para uso em seus equipamentos, que são recomendadas apenas para preparos cavitários mínimo invasivos.
Somente CVDentus trouxe a solução capaz de oferecer as vantagens do preparo cavitário com ultra-som, sem as desvantagens de manuseio que impediam seu uso extensivo.