Como você viu, existem diversos modelos de pontas CVDentus já desenvolvidos, e outros ainda o serão, dependendo das necessidades dos cirurgiões-dentistas.
Você conhece qual a melhor aplicação de cada um desses formatos em um preparo cavitário, mas é necessário esclarecer quais são as melhores condições de uso de cada uma das pontas CVDentus.
A vibração de ultra-som é agressiva para o material da haste e para a interface entre o diamante-CVD e a haste, podendo até provocar a sua ruptura por fadiga.
A potência de uso é o principal parâmetro a ser controlado para evitar esta fadiga prematura e prolongar a vida útil das pontas.
A amplitude de vibração, devido ao ultra-som, aumenta com a redução da área da secção reta do material por onde o ultra-som se propaga. Isto implica que em pontas de extremidade mais fina a amplitude de vibração é maior.
Baseado neste conceito e na experiência de uso, foram definidas as potências limite para cada tipo de extremidade da ponta ativa. Este limite é descrito em termos da porcentagem da potência máxima fornecida pelo equipamento de ultra-som. A maioria dos equipamentos têm a mesma faixa de potência máxima, por isso a tabela abaixo mostra as potências de uso de forma genérica.